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17
fev-2021

Episódio 1: A Casa – Podcast Brincar em Casa

Na sequência você confere a transcrição completa do primeiro episódio do podcast Brincar em Casa, criado e desenvolvido pelo Território do Brincar, com patrocínio do Instituto Alana.

Para ouvi-lo acesse alguma das plataformas de áudio abaixo:

Os episódios também estão disponíveis no Youtube com recursos de acessibilidade – legendas descritivas em português e Libras.

Com a pandemia de Coronavírus fomos pra dentro de casa de uma forma sem precedentes.

A casa se tornou o contorno, ou o novo corpo que tivemos que vestir. Um corpo que, em muitos casos, vivia esquecido, sem movimentos expressivos, que só lembrávamos dele em situações de cansaço e de busca de um refúgio. E com o isolamento social percebemos que, para aqueles que têm crianças em casa, ele é habitado por um ser, chamado família.

Mas fica a pergunta: como vivemos esse corpo-família no momento de pandemia, algo que antes estava tão pouco habitado por nós?

Um grupo de pesquisadores do Território do Brincar criou um questionário para conversar com as mais variadas formas de famílias.

Como era o brincar das crianças em casa e o que pudemos aprender com suas estratégias, expressões e experiências vividas durante o isolamento social da pandemia de Coronavírus?

Estamos começando um episódio de “Brincar em Casa”, uma série de podcasts do Território do Brincar, feitos a partir de uma pesquisa com 55 famílias, em 18 países, vivendo os mais diversos contextos. Apresentamos aqui as recorrências e singularidades desse brincar, relatados por mães, pais e outros cuidadores que conversamos, além de nossas reflexões sobre o que ouvimos. Apresentamos também áudios de crianças brincando, que nos chegaram a partir de vídeos enviados pelos seus familiares.

Se você quiser saber mais como foi feita essa pesquisa, não deixe de escutar o episódio A Pesquisa, onde explicamos todo o processo.

Em cada episódio dessa série vamos comentar sobre um dos ambientes de uma casa, e o que esses espaços tem a nos dizer quanto ao brincar das crianças.

Por exemplo, as cozinhas nos trouxeram, entre outras coisas, a autonomia e um intenso fazer compartilhado. Nos quartos, ouvimos intimidades em miniaturas, sonhos e histórias. Nas salas, corpos em intensos gestos de expansão e contração, observando o outro e sendo observado. E assim fomos juntos com as famílias, vasculhando cada espaço e cada cantinho, reconhecendo o que ali acontecia que nos dava pista desse corpo-casa-família tão diverso que somos.

E nesse episódio o ambiente é a casa em si.

O espaço físico do morar é o mais diverso entre todos os temas que visitamos nessa pesquisa. Casa alguma tinha jeito ou semelhança com outra. As cozinhas, os quartos, até que encontramos similaridades, mas nos tamanhos, contornos e formatos das casas, não.

“É uma casa 7×7, tá? A casa pra mim é grande! Por mais que tenha essa montoeira de gente, ainda é grande.”

“A gente mora em um apartamento com aproximadamente 64 metros quadrados. Então a gente está convivendo nesse espacinho”.

“A minha casa é uma casa típica inglesa, um sobradinho um do lado do outro, todos iguaiszinhos.”

 “A casa é pequena, cabe apenas uma cama e um guarda roupas”.

“A gente é muito sortuda de ter uma casa bem espaçosa.”

 “Bom, eu moro num estúdio, que é um espaço diferente das casas comuns.”

“Então a gente mora aqui na Ocupação 9 de Julho e eu moro em um dos espaços maiores que tem aqui.”

“Nós moramos em um apartamento em um prédio pequeno de 3 andares em uma rua 100% residencial aqui em Lima, no Peru.”

“Casa de dois cômodos pequenos. Pequeno para tanta gente.”

A pergunta pedia uma descrição objetiva e exata, mas com tantos adjetivos qualificando as dimensões das casas, vimos que as concepções de tamanho e qualidade variam bastante entre os adultos.

E qual o conceito que as crianças têm do tamanho de suas casas? Não perguntamos isso a elas, mas pela maneira como estavam usando os espaços nesse período, pudemos perceber que independente do tamanho, ele é aproveitado na sua exaustão.

 “A Cecília brinca pela casa inteira. É uma loucura às vezes. Tem dias que eu falo: ‘Ceci, vamos passar recolhendo tudo que foi ficando pelos diversos espaços, né?’”

“A pista de carrinho por exemplo, eles ficaram duas horas fazendo e passaram uma vez pela pista com os carrinhos. Deu, tá bom, acabou. Essa construção desse circuito assim eu acho que é o mais envolvente. E eles vão pela casa inteira assim. Eles vão fazendo, agora quando acontece, eu vejo que eles pegam objetos, da casa toda, pra construir aquilo.”

“Fala para ela de que mais você gosta de brincar. ‘Ah, de esconde-esconde’. É de esconde-esconde, agora eu não sei como ele se esconde em uma casa tão pequena. Esconde-esconde debaixo do lençol. ‘Não, de todas as coisas, mãe!’  Ah é?”

“Será que elas se esconderam?… Achei!”

E teve uma outra mãe que nos escreveu dizendo que até arrumou um tatame de EVA para a filha ficar nesse espaço de 1m X 1m na lavanderia, onde sempre brinca enquanto os pais lavam roupa.

Julgar e qualificar o tamanho e forma de se morar, talvez seja um hábito adulto. Já para as crianças, casa é casa! Parece que suas brincadeiras se adequam ao que tem de espaço e conseguem se apropriar de cada cantinho! Elas vão feito enchentes que escoam por todos os lados e não deixam ambiente nenhum sem uso, ou que não seja explorado e movimentado por elas.

Se os espaços da casa andavam meio esquecidos, durante o isolamento social sacudiram a poeira, saíram do sedentarismo e receberam presença intensa.

“Nos finais de semana a gente não parava muito em casa, então ele não tinha tido a experiência de casa aqui. Agora o Gael está ocupando o espaço de uma maneira muito diferente.”

O verbo habitar ganhou novos contornos nesses tempos. O momento impôs essa descoberta desafiadora e fomos obrigados a acomodar a casa dentro da gente e a gente dentro dela.

Esse novo uso, intenso e vivo de todos os ambientes, gerou a necessidade de diversas modificações e readequações, e  alguns espaços ganharam um novo habitar.

“Na varanda eu guardava muita caixa com brinquedo essas coisas e ela não era bem aproveitada. Então conforme a gente foi ficando muito tempo em casa então fui mudando algumas coisas, principalmente na varanda. Acabei comprando pela internet uma esteira de palha para poder colocar na varanda e ficar mais agradável para a  Mariana brincar, porque ela gosta muito de dançar e dar cambalhota.  Então agora a varanda a gente aproveita bem. Eu comprei plantas também porque ela gosta de plantas, então a gente acaba tendo mais contato com a natureza aqui dentro.”

“Eu acabei colocando coisas aqui porque precisa fazer algumas adaptações no espaço para ele se tornar acessível para ela em vários aspectos. E para você ter uma ideia, a cadeira de rodas dela não passa na porta do quarto dela. Então eu não consigo entrar com ela no quarto dela, com ela na cadeira. Eu tenho que tirar ela da cadeira. E como a maior parte das brincadeiras são feitas com ela na cadeira, a gente fica muito na sala. Então eu acabei fazendo uma estaçãozinha aqui, tem uma mesinha inclinada para ela, tem uns brinquedos que estão esparramados aqui na sala todo dia, tem as letrinhas.”

“Foi fruto de uma reflexão minha e da minha filha que a gente precisa olhar para vida de outra maneira agora com a pandemia. E que a gente não sabe qual será a vida nova que teremos nem quanto tempo vai durar a quarentena, então a gente está decidindo transformar o nosso quintal e a nossa forma de vida mais sustentável que é mais coerente com a gente porque a gente também é assim.”

“O quarto dela não tem uma parte. A gente fez um espaço que eu montei várias coisinhas para ela brincar com as bonequinhas pequenas dentro do armário.’Dentro do armário? Olha, que fofa!’”

Mas e as crianças, além do uso de todos os cantinhos, como será que o brincar foi se adequando dentro dos espaços do habitar durante esses tempos de pandemia?

Muitas famílias nos contaram que logo que se iniciou o isolamento social, uma das brincadeiras favoritas foi a construção de casinhas e cabanas. Casas dentro de casas. Debaixo de mesas, atrás de sofás… tinha até casinhas dentro de espaços inesperados, como dessa família de brasileiros que vive hoje no Malawi, onde trabalham em um campo de refugiados.

“Às vezes, elas fazem em lugares, principalmente a Luna que é mais novinha, ela faz em lugares meio inusitados, então esta casa onde a gente tá tem um buraquinho na parede. Na verdade, tem uma lareira e tem do lado um buraco que parece de lareira assim só que é um pouco menor. Ela entra ali naquele buraco que é relativamente espaçoso pra ela porque ela é pequenininha e ela coloca todas as coisinhas dela lá e fala que é a casa dela. E às vezes ela também puxa umas cadeirinhas pequenas e faz porta.”

Os materiais para criar esses espacinhos foram diversos, mas os tecidos, os mais comuns.

“Eles pegam outro pano e põem no chão, que é para eles ficarem sentados em cima, né? Pegam os travesseiros e lá eles montam e lá eles ficam brincando.

E o papelão também foi um grande sucesso.

“Assim, algumas coisas eles inventam. Esses dias eles cataram o papelão do meu tio e fizeram uma cabana, porque meu tio junta papelão. Tem várias caixas de papelão. Duas caixas grandes, acho que uma era de fogão. E aí eles abriram elas no meio e depois fizeram um telhadinho e aí colocaram o colchão e ficaram ali brincando o dia todo juntos.”

Mesmo para aquelas famílias que têm quintais ou espaços externos, como é o caso dessa mãe que mora em Vitória no Espírito Santo, as cabanas nasciam prioritariamente em espaços internos, ou seja, são casas brotando dentro de casas.

“A salinha agora virou uma grande cabana. Faz 3 dias que não consigo sentar no sofá, porque virou uma cabana o sofá, está cheio de panos. Enfim,… então ele ta construindo…. E tudo bem, eu não faço muita questão do sofá, e deixa lá a cabana dele.”

Essas cabanas são apertadas e pequeninas, como refúgios, grutas ou pequenos casulos. Elas têm paredes, tetos e até um chão gostoso para deitar, mas ali dentro ninguém consegue se mexer muito, só cabe as interioridades e intimidades de cada criança.

E assim, esses pequenos envoltórios são como uma segunda pele, uma experiência de habitar, um reduto de acolhimento e abrigo.

Construir cabanas e casinhas sempre foi algo comum entre as crianças, mas percebemos que nesses tempos de pandemia ela aconteceu com mais intensidade, principalmente, no período inicial do isolamento social.

Não por acaso, que em meio a tantas incertezas, crianças de diversas partes do mundo, passaram a se envolver entre panos, papelões, cantinhos estreitos e redutos de acolhimento. Abrigaram-se, e para isso fabricaram esse novo contorno, em resposta aos ruídos estranhos que aconteciam lá fora.

Parece que essas casinhas e cabaninhas ajudaram a criar um corpo mais seguro, portanto, mais solto e mais leve. Porque em seguida vieram com intensidade os relatos de como as crianças estavam dançando com mais frequência.

“E tem muita essa coisa de, do nada, fazer  essa dancinha assim, sabe. Fazer dança de tudo, vir assim sorrindo, vir dançando. Que era uma coisa que ele não tinha antes e é muito bonitinho, assim.”

“Eles dançam bastante. A Clarice gosta de cantar. Eles têm uma relação com a música. Gostam de ficar fazendo coreografias, de dançar juntos. Isso é uma coisa que parte deles, não é nada que a gente proponha.”

“Uma coisa que ela tá percebendo muito muito rápido é que por exemplo, eu coloco música, e ela não gosta que liga a música e deixe ela lá parada na cadeira de rodas. Ela quer que ligue a música, que coloque a música e comece a dançar com ela na cadeira de rodas, que agora eu tenho isso, eu coloco a música e a andar com ela na cadeira de rodas, dançando, e brincando com ela, mexendo os pezinhos dela, o bracinho, segurando no braço, puxando ela com a cadeira.”

“Ela ama dançar!! Ela tem muita facilidade com isso, tem muito ritmo. Qualquer barulho ela já começa a movimentar o corpinho. É uma coisa bem impressionante porque ela tem um ritmo próprio, ela desenvolve uma coreografia própria, é bem bonitinho.”

“Elas cantam também, elas pulam. A Yasmin gosta muito de dançar, então ela dança, elas fazem as danças… A Julia tem um pouco de vergonha, mas acho que quando eu não estou a Julia dança também.”

De um lado, as casinhas e cabanas dando a sensação de proteção, quase como uma segunda pele.  Do outro lado, uma soltura e leveza, um corpo expressivo que dança, saltita, com ou sem música. O que as crianças nos revelam nesta polaridade de expressão? Não seria esse um movimento básico de lidar com momentos desafiadores, soltando e segurando, expandindo e recolhendo? Como um respirar em estado de corpo inteiro, brincando. Talvez, esse seja um contraponto que fazem as crianças, para esses tempos tão sufocantes, onde, literalmente, nos falta ar.

E em meio a tudo isso, as oscilações dos sentimentos também variavam entre a  alegria pela maior convivência familiar e o medo da doença, as saudades dos amigos e as novas intimidades no lar… E tudo isso foi para o papel, nos desenhos das crianças. Muitos relataram como desenhar foi uma importante ferramenta para transbordar as emoções desse período.

“O que elas mais fazem é desenhar.”

“Olha, eu tenho visto bastante desenhos. Por exemplo, agora mesmo a Clarice desceu com um rolo de papel higiênico desenhado, virado em algum boneco, pra me mostrar. E isso foi espontâneo.”

Hoje ela fez um desenho que ela me disse que era um monstro.
Talvez isso possa estar relacionado a pandemia, né? Não tinha pensado, mas agora vendo acho que pode ser uma expressão da preocupação dela, né? A gente já perdeu algumas pessoas conhecidas, então a gente tem ficado chateado e esse desenho pode ser relacionado a isso, mas eu vou prestar mais atenção a partir de agora.

Sem uma narrativa linear ou lógica, esses desenhos estiveram povoados de símbolos gráficos, representando monstros, cidades, casas e famílias. Um vigoroso canal de expressão do mundo de dentro, para o mundo de fora.

O fato é que expressar-se, a seu modo, com o corpo, a voz ou os elementos gráficos, são recursos de sempre, e não de hoje, ou de tempos mais intensos. Portanto, as crianças manifestando-se livremente através de suas brincadeiras, é uma maneira de se cuidar.

Observar com atenção esses gestos e expressões de nossas crianças, nos dão notícias do que nos dizem, sem que precisem falar. E essas são estratégias usadas em tempos diversos.

E por falar em tempo, esse também foi um outro fator importante para percebermos as variações que aconteciam com as brincadeiras das crianças nesse período dentro de casa.

Depois de 3 meses do primeiro contato com as famílias, voltamos a conversar com alguns pais e mães para saber o que mudou nas atitudes e brincadeiras das crianças.

E os relatos variaram bastante, tem quem entendeu uma crescente fluidez no brincar, ou quem viu um aumento do desânimo e tédio. A falta dos relacionamentos sociais também apareceu com frequência, principalmente para filhos únicos, afinal, crianças precisam de outras crianças.

“Eu sinto uma queda do nível de energia no geral, sabe? Pra brincadeiras corporais. Elas pegavam o patinete… agora elas não querem se mexer tanto, sabe? Estão menos dispostas a fazer coisas corporais.

“Eu acho que o brincar agora tá mais espontâneo, mais fluido do que antes, que a gente tava tentando meio que preencher o horário das crianças, ou ver coisas pra eles fazerem. Acho que agora as coisas tão se caminhando e tá se incorporando mais.”

“Ele comentou alguns dias sobre o tédio. E eu sempre falo com ele assim: ‘Ah, a criança é a melhor pessoa que existe no mundo pra inventar brincadeira. Então se você tá com tédio inventa uma brincadeira. O ideal é inventar pelo menos uma brincadeira por dia’. É o que eu falo pra ele. Então ele fala: ‘Ah, eu já inventei uma brincadeira hoje, eu já li, eu não sei mais o que fazer.’”

“Então, uma coisa que a gente foi percebendo é que ele foi começando a querer cada vez mais contato com outras crianças e toda vez que via uma criança na rua ficava super empolgado e falando ‘Amigo! Amigo! Amigo!’. Bichinho. Então ele tem tido muita vontade de socializar nesse últimos tempos.”

No geral, crianças e adultos foram buscando seus próprios caminhos de dar conta desse período que ninguém se preparou para viver.

Talvez uma coisa que eu acho que é interessante, mas isso foi um pouco reflexo da primeira etapa, que é a gente deixar a brincadeira acontecer um pouco mais. Talvez essa seja uma mudança importante, da gente deixar a brincadeira acontecer mais, da zona ficar mais tempo, de ficar tudo espalhado por mais tempo.
Apesar da gente sempre deixar a brincadeira acontecer, chegava no final do dia tinha um momento de
‘Bom, encerrou, agora a gente vai dar uma organizada juntos na casa’. E agora a gente passou a deixar a brincadeira durar e a coisa se estender por mais tempo. Acho que essa talvez seja uma mudança nossa de respeitar.”

“Então eu percebi que deu uma invertida daí achei isto muito bom porque me parece uma moderação uma modulação das próprias crianças. De que elas vão observando o avanço da quarentena e vão desenvolvendo suas estratégias aquilo que antes era bem que elas estavam fazendo se cansaram e agora elas estão arrumando outras formas de brincar.

Alguns foram percebendo o quanto estavam focados em observar o sofrimento de suas crianças tentando auxiliar nos recursos para amenizar as angústias. Mas só o fato de conversar um pouco sobre o brincar, mudou o foco do olhar e ajudou a perceber outros aspectos:

“Acho que o que esse trabalho de vocês, no meu olhar, na nossa vida fez com que a gente olhasse pra eles não procurando sofrimento mas procurando a brincadeira, procurando o que é saudável.”

E as casas esse espaço do habitar, foram acolhendo e escutando essas crianças e proporcionando novas formas de estar em cada um de seus ambientes.

Querendo ou não, a casa virou lar.

E nós, fomos seguindo esse caminho de escuta e percebendo o que cada cômodo da casa pede, ou permite, nesses períodos em que estávamos mais reclusos.

Nos próximos episódios vamos apresentar o que aconteciam com as crianças nos quartos, nas cozinhas, salas, quintais e nas suas janelas, sejam elas para o mundo real ou virtual.

 

CRÉDITOS:

Brincar em Casa, este podcast do Território do Brincar foi feito com o patrocínio do Instituto Alana. Agradecemos a todas as mães, pais, tias e avós que conversaram sobre suas experiências de quarentena. Agradecemos você, ouvinte pelo interesse e pelos retornos. Agradecemos o grupo de Pesquisadores, Elisa Hornet, David Reeks, Gabriel Limaverde, Lia Mattos, Reinaldo Nascimento, Renata Meirelles, Sandra Eckschmidt, e Soraia Chung Saura que dedicaram tanto do seu tempo contemplando, dividindo, entrevistando, e analisando esta experiência. A coordenação da pesquisa é de Sandra Eckschmidt e Renata Meirelles, essa que vos fala. A edição e desenho sonoro deste episódio foi feito pela Fernanda Leite. Co-direção e finalização de David Reeks. Mixagem Som de Black Maria.  Trilha sonora Blue Dot Sessions. Produção de Renan Paini. Assistência técnica de Guilherme Annes. A equipe do Território do Brincar: Thais Oliveira Chita e Maria Clara da Silva Matos. Até a próxima.

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